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Sedihpop solicita que PMs sejam investigados por suposto abuso em evento musical

O evento musical que aconteceu na última sexta-feira (22) em São Luís acabou em tiros. Pessoas da festa denunciam abuso de autoridade por parte dos policiais

Abordagem desproporcional marca fim de evento artístico no Centro de São Luís. Foto: Giovana Kury/O Imparcial
Abordagem desproporcional marca fim de evento artístico no Centro de São Luís. Foto: Giovana Kury/O Imparcial

Na terça-feira (26), a Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular do Maranhão (Sedihpop) solicitou à Secretaria de Segurança Pública (SSP) a abertura da investigação sobre a denúncia de arbitrariedade por parte de policiais militares em um evento musical na última sexta (22). 

A solicitação de investigação da denúncia por arbitrariedade foi assinada pelo Secretário de Direitos Humanos do Estado, Francisco Gonçalves. Foto: @dhmaranhao/Instagram

Segundo informações da Sedihpop, na manhã da terça-feira, representantes da Secretaria estiveram reunidos com Iría Fátima, proprietária do estabelecimento onde teriam acontecido os abusos. No encontro, ela expôs sua versão dos fatos.

“Reiteramos que a Secretaria não compactua com qualquer atitude de violação aos Direitos Humanos e atua a fim de promover uma cultura de paz e justiça no estado”, declara a Secretaria.

Entenda o caso

Na noite da última sexta-feira (22), o evento musical de pré-Carnaval “Bailão dos Fuleiros”, no estabelecimento Trem das Onze, no Centro de São Luís, acabou em tiros para o alto e truculência (VEJA VÍDEOS AQUI). A denúncia da abordagem supostamente agressiva dos agentes ganhou proporções nas redes sociais, levando o governador Flávio Dino a comentar sobre o caso.

Foto: Giovana Kury/O Imparcial

Um dos agredidos foi um dos músicos principais da noite, Paulo Linhares – conhecido por ‘Paulão’, e também advogado. Na tentativa de resolver a situação diplomaticamente, teria sido respondido por um dos policiais com três tiros de metralhadora para o alto dentro do estabelecimento em questão. Os agentes estariam sem a identificação exigida por lei.

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Giovana Kury
Giovana Kury