Oportunidade

Vagas de empregos para o Fim de Ano crescem no Maranhão

O levantamento foi realizado pela Fecomércio e traz índices positivos para quem procura uma oportunidade

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De acordo com o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), levantamento realizado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA), 64% das empresas do comércio em São Luís apresentaram, em setembro, expectativas positivas em relação à contratação de novos funcionários durante os próximos meses. Em relação ao mesmo período do ano passado, o índice apresenta um avanço de 16,4% na predisposição do comércio em realizar contratações em função do aumento das vendas no final do ano.

Com base nesses indicadores, a previsão é que as contratações temporárias para o período de final de ano em 2017 deverão ser melhores do que o registrado no ano passado, quando o comércio maranhense assinalou um saldo líquido de 1.333 postos de trabalho criados especificamente nos meses de setembro a novembro, enquanto a capital registrou um saldo de 639 vagas criadas no mesmo período.

Para este ano, a expectativa da Fecomércio-MA, com base nos dados do Índice de Confiança do Empresário do Comércio, é que o comércio varejista da capital promova a criação de 750 novos postos de trabalho para atender a demanda sazonal no período de setembro a novembro, enquanto para o estado espera-se o surgimento de um saldo líquido de 1.600 vagas com carteira assinada no varejo.

Dados Nacionais

Os maiores volumes de contratação deverão se concentrar no segmento de vestuário (48,9 mil vagas) e no de hiper e supermercados (10,4 mil vagas). Além de serem os “grandes empregadores” do varejo – juntos eles representam 42% da força de trabalho do setor – esses segmentos costumam responder, em média, por 60% das vendas natalinas.

O salário de admissão deverá alcançar R$ 1.191; avançando, portanto, 7,1% em termos nominais na comparação com o mesmo período do ano passado. O maior salário de admissão deverá ocorrer no ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.446), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.391); contudo, esses segmentos deverão ofertar apenas 2,1% das vagas totais a serem criadas no varejo.