
Apesar de não ter se manifestado oficialmente, a informação sobre a reação do cantor e compositor carioca foi repassada via sua assessoria de imprensa que ainda acrescentou: “Chico não deve dar nenhuma declaração, mas pode registrar que ele reagiu primeiro com espanto e depois com grande desagrado ao saber da postura do ator”, declarou ao Estado de Minas, o assessor do artista, o jornalista Mario Canivello.
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Em cartaz desde 2014, o musical é composto por trechos e histórias das obra de Chico no cinema e no teatro, sobretudo da década de 1970, dentre eles Roda viva (1967), Ópera do malandro (1978), Calabar (1973), Quando o Carnaval chegar (1972) e Para viver um grande amor (1983). Roda viva acabou se tornando um símbolo da resistência contra a ditadura, quando em 1968 um grupo do Comando de Caça aos Comunistas (CCC) invadiu o Teatro Ruth Escobar, em São Paulo, e espancou os artistas.
POLÊMICA
Em dezembro do ano passado, Chico Buarque foi alvo de uma discussão nas ruas do Rio de Janeiro. O músico, que saía de um jantar com Cacá Diegues, foi cercado por um grupo de jovens, que incluía o rapper Tulio Dek, e ouviu: “Petista, vá morar em Paris. O PT é bandido”.
Por O Imparcial