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Israelenses desenvolvem máscara ‘autolimpante’ que mata o coronavírus

Uma equipe de engenheiros inventou uma máscara autolimpante que mata o coronavírus por meio de uma corrente elétrica através do filtro

A máscara destrói patógenos que se acumulam na superfície, usando uma camada interna de fibra de carbono.

Pesquisadores israelenses da universidade Technion de Haifa desenvolveram uma máscara que pode ser limpa e reutilizada usando a corrente elétrica de um carregador de celular.

A máscara, desenvolvida pela Faculdade de Ciências e Engenharia de Materiais da Technion, destrói patógenos – incluindo a Covid-19 – que se acumulam na superfície da máscara usando uma camada interna de fibra de carbono.

A fibra de carbono pode ser aquecida conectando a máscara a uma corrente elétrica padrão de dois ampères, como as fornecidas pelos carregadores de celular.

O Technion é uma das principais universidades de pesquisa científica de Israel. Um porta-voz da universidade disse que uma patente havia sido registrada nos Estados Unidos e que estão sendo tomadas medidas para tornar a máscara disponível comercialmente.

Espera-se que cada máscara de autolimpeza custe um dólar americano.

Esta não é a primeira máscara facial inovadora desenvolvida durante a pandemia de coronavírus por pesquisadores israelenses. Na última terça-feira (19), a empresa israelense Avtipus Patents and Inventions anunciou que havia criado uma máscara ‘inteligente’ com uma abertura que se abre automaticamente quando um garfo é levado em direção rosto.

A máscara também pode ser operada usando um controle remoto portátil.

Por outro lado, a inovação também pode ajudar a reduzir os impactos no meio ambiente. Isso porque, muitas máscaras faciais padrão são feitas para serem descartadas após o uso, e os materiais geralmente levam anos para se degradar.

A nova invenção pode ajudar a reduzir o impacto ambiental do uso de bilhões dessas máscaras descartáveis.

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