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Maranhão bate recorde de empresas, mas ainda falha no Google

Estado lidera crescimento de novos negócios no Nordeste, mas a corrida pela visibilidade digital ainda está no começo para a maioria dos empreendedores maranhenses

(Foto: Pixabay)
(Foto: Pixabay)

O Maranhão nunca abriu tantas empresas como nos últimos meses. No primeiro semestre de 2025, foram 33.751 novos negócios formalizados, crescimento de 20,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Junta Comercial do Estado.

O resultado colocou o estado na liderança do Nordeste e entre os destaques nacionais em dinamismo econômico. Mais de 91% dessas aberturas vieram de micro e pequenas empresas, com o setor de serviços na frente.

Mas há uma questão que esse número de formalizações não responde: quantas dessas empresas recém-abertas conseguem ser encontradas no Google por quem procura exatamente o que elas oferecem?

A resposta, em boa parte dos casos, é: poucas. E não por falta de produto, de atendimento ou de serviço de qualidade. Mas porque a presença digital orgânica, aquela que coloca uma empresa na primeira página dos resultados de busca sem pagar por cada clique, não se constrói apenas com um site no ar e um perfil no Instagram. Exige estratégia, tempo e, cada vez mais, um trabalho cuidadoso de autoridade de domínio.

Um mercado em crescimento acelerado

O Maranhão chegou a setembro de 2024 com 438 mil empresas ativas, segundo a Jucema, com São Luís concentrando o maior volume de novas aberturas. A projeção do Banco do Brasil para o PIB estadual em 2025 era de crescimento de 3,5%, impulsionado pelo mercado de trabalho aquecido e pelo avanço do setor de serviços.

Esse contexto é positivo para o empreendedorismo, mas também significa que a competição ficou mais acirrada. Uma empresa de advocacia que antes tinha poucos concorrentes diretos em São Luís hoje disputa atenção com dezenas de escritórios abertos nos últimos dois anos.

Uma clínica de estética, uma empresa de TI, um escritório de contabilidade, uma prestadora de serviços de limpeza: em todos esses segmentos, o número de concorrentes cresceu. E a maioria dos potenciais clientes começa a busca pelo serviço exatamente no mesmo lugar: o Google.

Dados nacionais ajudam a entender a dimensão do que está em jogo. O comércio eletrônico brasileiro deve registrar faturamento de R$ 234,9 bilhões em 2025, com estimativa de 94 milhões de consumidores online, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico.

As vendas de micro e pequenas empresas pela internet cresceram quase 1.200% em cinco anos, segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento, saltando de R$ 5 bilhões em 2019 para R$ 67 bilhões em 2024. Esse movimento não é exclusivo das grandes capitais. Está chegando ao interior do Nordeste e já está em curso em São Luís.

O problema que ninguém vê até sentir na receita

A maioria dos empreendedores que abre um negócio hoje investe em identidade visual, site e redes sociais. Isso é o básico, e está correto. O problema começa quando esse esforço inicial é confundido com presença digital completa.

Um site bem-feito é necessário, mas não suficiente para aparecer nas primeiras posições do Google para os termos que os clientes realmente buscam. Um perfil no Instagram com fotos de qualidade atrai quem já conhece a empresa, mas não resolve o problema de quem ainda não sabe que ela existe e está buscando no Google por um serviço como o que ela oferece.

“A busca orgânica funciona por critérios específicos. O Google avalia a relevância do conteúdo, a estrutura técnica do site e, de forma crescente importante, a autoridade do domínio”, conta um dos especialistas da QMIX, agência especializada em autoridade digital com backlinks em Goiânia.

Essa autoridade é construída, em grande medida, a partir de links de outros sites de qualidade apontando para o domínio da empresa. Quanto mais portais relevantes, veículos de imprensa e publicações especializadas referenciam um site, mais o Google entende que aquele domínio merece ser mostrado nas primeiras posições.

Uma empresa recém-aberta em São Luís, com domínio de seis meses, enfrenta um desafio real ao tentar competir com concorrentes que existem há cinco anos e que já acumularam essa autoridade ao longo do tempo. A boa notícia é que esse gap pode ser reduzido com estratégia.

Como empresas estão acelerando a construção de autoridade

Existem caminhos estruturados para construir autoridade de domínio em menos tempo do que seria necessário em condições naturais. Um dos mais eficientes é a publicação de conteúdo editorial em portais com autoridade consolidada, garantindo que esses portais incluam links apontando para o domínio da empresa.

Portais de jornalismo regional com anos de existência, veículos de notícias de grande circulação e publicações especializadas em determinados setores têm o tipo de autoridade que o Google valoriza.

Quando esses portais publicam um artigo que menciona e referencia uma empresa, parte dessa autoridade é transferida para o domínio referenciado. É isso que os profissionais de SEO chamam de link building.

Para empresas que estão começando ou que precisam acelerar esse processo, há no mercado opções estruturadas de venda de backlinks em portais selecionados por autoridade e relevância editorial.

A escolha do portal importa tanto quanto o link em si: um link de um site sem tráfego e sem história agrega pouco. Um link de um portal com audiência consolidada e histórico de décadas tem peso real nos algoritmos de busca.

A janela de oportunidade que existe agora no Maranhão

Há uma característica específica do mercado maranhense que profissionais de marketing digital têm observado com atenção nos últimos anos: o custo de competição digital no estado ainda é consideravelmente menor do que em São Paulo, Rio de Janeiro ou mesmo em capitais como Fortaleza e Recife.

Isso significa que uma empresa em São Luís que começa a construir presença orgânica agora tem um caminho mais curto até as primeiras posições do que uma empresa equivalente tentando fazer o mesmo em um mercado mais saturado.

O número de concorrentes que já fizeram esse trabalho é menor, o custo por clique nas campanhas pagas ainda é mais acessível e a janela para ganhar posicionamento com menos investimento ainda está aberta, mas não vai durar indefinidamente.

O crescimento acelerado de abertura de empresas no estado é, ao mesmo tempo, uma oportunidade e um alerta. Cada mês que passa, mais empresas concorrentes se formalizam, algumas delas com estratégia digital desde o início.

Na visão dos profissionais especializados em backlinks da Backlinks Store, para quem já está no mercado e ainda não iniciou o trabalho de visibilidade orgânica, o momento de agir é agora.

O que fazer primeiro

Para uma empresa que está começando a estruturar sua presença digital com foco em resultados orgânicos, o ponto de partida é entender qual é o perfil de autoridade do domínio atual e quais são os termos que os clientes realmente pesquisam antes de contratar um serviço como o que ela oferece.

A partir daí, o trabalho envolve três frentes simultâneas: a produção de conteúdo relevante para as buscas-alvo, a estrutura técnica do site e a construção gradual de autoridade de domínio por meio de links em portais externos.

A terceira frente costuma ser a mais negligenciada, justamente porque exige relacionamento com portais e veículos de qualidade, o que nem sempre está ao alcance de quem está tocando um negócio com pouca equipe.

Agências especializadas em backlinks de qualidade cuidam dessa parte do processo, mapeando portais adequados para cada segmento e garantindo que a publicação tenha valor editorial real, não apenas técnico.

No mercado atual, aparecer no Google não é um diferencial. É pré-requisito. E para as empresas que estão surgindo no Maranhão em ritmo recorde, quanto antes esse trabalho começar, menor será o custo para alcançar e manter as primeiras posições.

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João Pedro Castro
João Pedro Castro