RE.GREEN busca parcerias para ampliar restauração de florestas
O primeiro acordo deste tipo foi firmado em janeiro com a Agro Penido, no município de Querência (MT), onde serão restaurados 600 hectares das fazendas Pioneira e Darro.
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Reprodução
A re.green, empresa de restauração de florestas nativas em larga escala, busca parceria com proprietários de terra e produtores rurais para recuperar áreas degradadas e de baixa produtividade plantando espécies nativas da Mata Atlântica e da Amazônia. O primeiro acordo deste tipo foi firmado em janeiro com a Agro Penido, no município de Querência (MT), onde serão restaurados 600 hectares das fazendas Pioneira e Darro (mais informações aqui).
Os projetos buscam restaurar, com espécies nativas, áreas das fazendas que estejam sem destinação, com baixa produtividade ou com pastagem. A re.green cuida de todo o processo – desde a preparação do solo, plantio, monitoramento e manutenção.
O proprietário rural tem a possibilidade de ser remunerado por meio de créditos de carbono, arrendamento, ou um mix de arrendamento e créditos de carbono. Com isso, a rentabilidade da propriedade aumenta e ainda promove a recuperação da biodiversidade, a proteção dos recursos hídricos e o aumento da resiliência do ecossistema, que, com a floresta, ficará mais resistente a ameaças, como o fogo.
Esse tipo de parceria demonstra uma valiosa oportunidade de unir agricultura e restauração, em um caminho de maior rentabilidade para o produtor rural dentro de uma economia regenerativa e de maior escala para a recuperação de florestas nativas. Também beneficia o entorno da propriedade, com a volta da biodiversidade, criando um movimento de desenvolvimento regional.
O proprietário ou produtor que precisar de mais informações deve procurar a re.green, preenchendo um formulário online (acesse aqui).
O que se busca
Além das parcerias, a re.green pode fazer arrendamentos em diversas regiões do Brasil. As propriedades rurais devem ter, no mínimo, 50 hectares, estar localizadas nos estados: Pará, Maranhão, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro e ter como atividade principal a pecuária.
A re.green
Recria florestas nativas para as pessoas e o planeta, utilizando tecnologia avançada e uma capacidade operacional excepcional para restaurar ecossistemas em larga escala na Mata Atlântica e na Amazônia. Com precisão, a re.green identifica áreas degradadas, seleciona espécies nativas ideais, mobiliza cientistas em campo e envolve as comunidades locais, promovendo capacitação e desenvolvimento socioeconômico.
Desde a coleta de sementes até a comercialização de soluções baseadas na natureza, a re.green entrega resultados transformadores. Seus projetos geram créditos de carbono utilizando os métodos mais avançados de restauração ecológica, estabelecendo um novo padrão de excelência no setor.
Informações úteis
- Por que a restauração de florestas interessa ao proprietário de terra e produtor rural?
A restauração ecológica de florestas tropicais agrega valor à terra e contribui para reduzir os impactos das mudanças climáticas e da perda da biodiversidade. Com o plantio de espécies nativas, são restabelecidos os serviços ecossistêmicos, como a polinização, a captura de carbono, a regulação dos recursos hídricos. O impacto é positivo para o clima, pessoas e planeta.
- Como é feita a remuneração ao produtor?
Esses projetos permitem monetizar e dar rentabilidade a uma área degradada. É feita de diversas formas. O proprietário rural tem a possibilidade de ser remunerado por meio de créditos de carbono, arrendamento, ou um mix de arrendamento e créditos de carbono.
- A re.green compra terras?
Houve uma primeira etapa de montagem da re.green, que foi baseada em aquisição de terras (2022 – 2024). Esse exercício foi fundamental para validar as restaurações em larga escala e os modelos de negócios, refinando as premissas para essa segunda fase de parceria rural. Atualmente, há busca por parcerias com empresas agrícolas e proprietárias rurais.
- A restauração de florestas nas áreas da propriedade pode concorrer com a atividade rural, como a pecuária?
A re.green busca áreas degradadas e de baixa produtividade para transformá-la em produtiva, sem concorrer com a atividade atual. A proposta é diversificar a renda. No caso da pecuária, além da remuneração de longo prazo, o produtor conta com prestação de serviços, garantindo maior produtividade nas áreas de produção e remuneração do projeto.
- Por que trabalhar com projetos em larga escala e de longo prazo?
Um dos diferenciais dos projetos da re.green é sua permanência, garantindo que a floresta nativa restaurada seja mantida e os benefícios passem às futuras gerações. Além disso, nossos projetos oferecem aos proprietários rurais uma renda fixa e previsível de longo prazo, proporcionando uma espécie de aposentadoria sustentável. Essa parceria combina a valorização da terra, a segurança financeira e a preservação ambiental, criando um legado duradouro.