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Só que não!

Felipe Klamt - Coluna Aparte

Acordei! Melhor dizendo, o pesadelo político do Maranhão ou do Brasil atentou contra o meu sagrado sono, tentou, mas não dei moral para quem quer atazanar a nossa harmonia diária. Nacionalmente, o famigerado Centrão, criado de quando o José Sarney (MDB) era o presidente do Brasil, que continua representando a elite empresarial e financeira e operadores do dinheiro dos brasileiros e brasileiras, declarou o governo do Lula (PT) como desnecessário aos seus esquemas e na eleição de 2026 depois do golpe na votação do IOF. Sem nenhuma novidade, eles não gostam nem do cheiro dos petistas e dos movimentos sociais. Os perfumes deles são importados, nada de patchouli!

Somente lembrando que os “inconcebíveis de gostar dos pobres” concentram o olhar na figura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com ou sem o Jair Bolsonaro (PL) e filhos. Muitos esquerdistas acreditam que os “conservadores” empurraram o país para a pontinha do precipício, nem precisa acreditar nesta versão, a nação está dilapidada no fundo do buraco da miséria. Grande maioria dos ocupantes das cadeiras do Congresso Nacional representam os segmentos de domínio, agora ainda mais com os deputados enxertados.

Tirando meia centena de lascados de parlamentares eleitos por meio dos votos de populares, o resto chegou na “Casa do Povo” com a missão de renovar os mandatos e ficar ricos ou mais ricos com o dinheiro dos salários e nos desvios das emendas. Muitas das vezes os “Populares” são os mais corruptos que ficam encantados pelo dinheiro fácil.

Nenhuma diferença no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão, tirando os projetos enviados pelo governador Carlos Brandão (PSB) para análise e aprovação, o resto fica no desacato e absurdos comportamentos na disputa pelo poder. Evidente que as relações ainda estão no controle pela calma de “Tia presidente da ALEMA”, Iracema Vale (PSB), mas, mas, sabe Deus a extensão e prazo desta guerra insana, pode ser finalizada com um acordo em que todos se elegem ou o cultivo do infinito ódio nas relações políticas. Eles que escolhem os roteiros e os finais das novelas.

Só que não vai terminar a gula pelo poder, os que estão no topo da pirâmide querem continuar no papel de faraós, os que já estão carregando o andor esperam o momento de derrubar o líder para saber da resistência do barro e, ainda, existe os cortejadores sem a menor vontade de carregar o peso para tomar o poder. Sem esquecer dos quase ainda vão entrar na escalada subindo pelo elevador privativo.

Cansativo escrever todas as semanas os mesmos de sempre, fazendo o mesmo de sempre em séculos e séculos. Amém!

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Felipe Klamt
Felipe Klamt Colunista