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Seria a esperança um pecado?

Felipe Klamt - Coluna Aparte

Olhando os 7 pecados pelo lado oposto encontramos a humildade, generosidade, castidade, paciência, temperança, carência e diligência, todos devidamente incluídos nos discursos e acordos dos políticos. Basta que todos compreendam quem pode alcançar a maioria dos eleitores, pode ser somente o consenso matemático da quantidade de votos possíveis, para ninguém ousar de atravessar a rua com o CEP da oposição.

Poder está incluído na avenida da malevolência, não permitindo fazer atalhos, principalmente com a tecnologia do GPS, podem tentar um zig zag, mas sabendo que ninguém utiliza mais tachinhas. Esticam a “cama de faquir” que trava qualquer tentativa ou ousadia aos que desafiam os ocupantes dos Palácios. Todos eles aprendem o sentido real dos 7 pecados sem o direito ao lado oposto.

Maranhão, eterna terra do nunca, vive a antepenúltima rodada antes do fatídico abril com o presidente Lula (PT) precisando eleger a maioria de Senadores para governar a partir de 2027 e os quase 2% de votos dos maranhenses para vencer a eleição no Brasil. No seu caminho existe um guarda da fronteira chamado Flávio Dino (STF) com o seu comandado Felipe Camarão (PT) fazendo a barreira, utilizando como cancela o mandato de vice-governador.

Engano pensar que o problema maior será do governador Carlos Brandão (sem partido) caso continue comandando a máquina governamental, verdade que o ideal seria concorrer ao Senado. Todos os pré-candidatos e partidos vão adorar saber da decisão do Brandão de capitanear a eleição deste ano. Dinistas dizem que ele é um maluco e oligarca deixar a influência familiar determinar o seu futuro político para eleger o sobrinho Orleans Brandão (MDB), que vai ficar desprotegido com o ministro Dino no cargo vitalício no Supremo Tribunal Federal.

Depois de três anos de pânico diário o medo ficou na categoria de experiência para ser contada na sua biografia, nada de louco no determinar o seu amanhã, perigo está no papel do fraco. Quanto a versão de oligarquia, tal qual igual está sendo o dinismo tentando impor a reocupação dos Leões. Repetindo, o Lula nunca elegeu um governador no Maranhão, pode novamente atrapalhar, jamais transferir votos. Nem adianta espernear, basta olhar o passado!!

Todos podem sair ganhando, um bom acordo estadual permite uma eleição fácil. Lembrem que o Eduardo Braide (PSD) está olhando da janela da prefeitura da capital, sentado e saboreando os índices das pesquisas. Jamais esqueçam que ele não quer nenhum aliado, como bom “carcamano” não obedece a ninguém, se duvidar nem a família!

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Felipe Klamt
Felipe Klamt Colunista