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Queremos respeito, não compaixão!!

Felipe Klamt - Coluna Aparte

Não escutamos mais a simples palavra “desculpa” entre as pessoas, falta este ato na política, nem mesmo entre os tais “humanistas”. Desnecessário buscar nos arquivos de líderes maranhenses um único político que ficou imune ao ódio pelo poder, todos, devidamente listados, foram contaminados de alguma forma pela sede, a gula, o egoísmo, a vaidade, entre muitos indicativos que identifiquem a irracionalidade em ser o venerado dono da coisa pública.

Vou ampliar a lista para os governantes eleitos no Brasil. Ops! Botem os ditadores na relação. Nem o Maranhão, muito menos no país, ainda conheceram alguém do bem sem a intenção do eterno. Infantil acreditar neste comportamento, jamais votem na ilusão que existe a vacina da prevenção contra figuras públicas que prometem a qualidade do estadismo nos mandatos e gestões. 

Fundamental saber que podem estar levando aos Palácios o seu próximo inquisidor. E olha que eu já errei muito nos apoios. Sempre foi o tal de como não tem um melhor, então vamos ver o que vai dar. No meu caso, por não envergar, paguei caro a perseguição.

Devem estar curiosos para entender a razão de deste texto descrevendo o nada de novo. Estou tentando traduzir o lamentável equívoco de comportamento do pré-candidato Felipe Camarão (PT) em relação a falta de maturidade no conviver com as críticas nas redes sociais, leia-se blogs paralelos, grupos e linhas de transmissão no WhatsApp, discursos de opositores na tribuna do legislativo do Maranhão e nos partidos, até o Partido dos Trabalhadores.

Tirando o Lahesio Bonfim (NOVO), conheço e convivi com as famílias Brandão, Braide e Camarão. Cada qual com suas particularidades. Confesso que o comportamento de Felipe Camarão nada lembra a trajetória dos pais e parentes, nunca existiu entre eles o desespero de ser um alguém a mais, todos conquistaram posições de destaques por meio do bem conviver em comunidade, na educação alcançando a competência profissional.

Mesmo vivendo o ódio do poder nos ataques, ainda resta o tempo para recuperar o respeito e a harmonia, talvez não mais como futuro governador do Maranhão. Todos estão com o receio no caso seja o eleito. Errado os que culpam o seu mestre e guia político, Flávio Dino. Ser uma cópia do que foi o ex-governador é assinar a truculência explicita! Senhor, tenha compaixão!!

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Felipe Klamt
Felipe Klamt Colunista