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Quando o carroceiro reclama, até o jumento chora!

Felipe Klamt - Coluna Aparte

Parece que a pata dos Leões voltou a dar o tom na campanha política do Maranhão. Talvez a turma do Braide esteja no estágio da flutuação encantados pelas pesquisas, acreditando em uma onda de vapor muito característico da pré-campanha quando o desafio não está em decolar nas alturas, o problema fica na capacidade de manter as asas ristes nas correntes dos bons ventos.

Muitos acreditam que palavras de esperança hipnotiza os eleitores, outros querem sempre afirmar os discursos no “sou o novo”. Assistimos ao longo das eleições todas as versões, principalmente quando os aspirantes ao governo utilizam do acusar os adversários pelas mazelas do cotidiano. Fácil e perigoso, precisam saber como a casa foi suspensa. Será no barro, sem um conteúdo que mantenha as palavras no concreto?

Podemos afirmar que as campanhas políticas continuam iguais, vale aproveitar do desgaste do adversário para botar a máscara do redentor das nossas vidas, assim foi na recente campanha do Jackson Lago (PDT) e do Flávio Dino (PCdoB) contra a cambaleante Roseana Sarney (MDB). Primeiro era o “Fora Sarney”, depois o Dino inventou a “Nova República”, ambos prometendo acabar com a miséria maranhense, pontualmente conseguiram distribuir cestas básicas, peixe e vender comida pelo preço de R$ 1 real.

Verdade, o governo do Brandão (MDB) mantém todas às práticas de sobrevivência da população, aumentou os Restaurantes Populares e viabilizou um cartão alimentar como complemento do eterno “Bolsa Família”. Diferença que agora tem três refeições e nas escolas servem comida. Não mais biscoito e suco!

Campanha precisa de estratégias, de contar com os tentáculos dos prefeitos, vereadores e líderes comunitários. Nestes itens o pré-candidato Orleans Brandão (MDB) está com a letra perfeita, aprendeu a escrever a palavra “Vencer” na cartilha das coisas como devem ser aplicadas. Por estes dias vamos entender o quanto os comandos municipais seguem a bandeira do “B” dos Brandão, a medida sendo verificada com o abandono da pré-campanha do Fufuca ao Senado.

Será que vamos ter de aguardar o período eleitoral para compreender as novas propostas a serem implementadas em 01 de janeiro de 2026?

Está na hora, vamos ao debate meninos!

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Felipe Klamt
Felipe Klamt Colunista