

Parece que as figuras públicas no Maranhão e nacional vivem o êxtase da droga chamada poder, acreditam em uma população no tempo de espera das suas decisões, algo como “parem tudo” quando eu achar vai acontecer. Enquanto as notícias bombardeiam a credibilidade da nação os trabalhadores olham e pensam: “Tem jeito não, sai um, entra o outro, nada muda, ninguém tem vergonha, vou é trabalhar para salvar o ronco da barriga”.
Assustados? Jamais! Envergonhados? Nunca! Pode ser que pese a palavra incrédulo! Mas vamos aos fatos, parar de encher a bexiga de ar.
Possível pensar que o ministro Flávio Dino (STF) enviou um explicito recado ao Palácio dos Leões, quando, vergonhosamente, blindou, duplamente, o filho do presidente Lula (PT) na quebra do sigilo. Primeiro, dizendo ao ministro Nunes Marques que ele é um ninguém bolsonarista no Supremo Tribunal Federal, depois ao Congresso Nacional, calando os parlamentares da CPMI do INSS.
Existe um preço emocional de um pai presidente para com o supremo juiz depois do filho salvo da execração?
Parece não haver a mínima preocupação com a opinião pública no Brasil, imagina no Maranhão, com seus aliados sendo dizimados e rejeitados. Legitimo lembrar do desprezo à moralidade jurídica em estar julgando processos diretamente relacionados aos seus adversários políticos. No caso, os inimigos!!
Dentro do mesmo patamar, fundamental desmistificar a flutuante informação dos votos generosamente oferecidos à reeleição do companheiro Márcio Jerry (PCdoB) pelo dono do partido PL no Maranhão, deputado federal Josimar do Maranhãozinho. Pode surgir um dengo de admiração mútua, quem sabe um parentesco de convicções partidárias que explique o perplexo altruísmo. Registrando que os irmãos não podem faltar ao julgamento no STF sobre o possível desvio de emendas parlamentares!
No mais, somente o lançamento das pré-candidaturas ao governo do Maranhão, enquanto tentam, novamente, descredibilizar o Partido dos Trabalhadores no Maranhão utilizando o descartável PSB tupiniquim para formar um palanque do Lula (PT) e Braide (PSD). Tipo relação íntima, quase carnal, entre a esquerda vendo a eleição presidencial vazar pelos dedos na determinação do abre logo a mão do revendedor Kassab (PSD).
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