

Disputa pelo poder não tem incluído no roteiro folga ou férias, muito menos a preocupação dos ansiosos políticos em esconder as razões das gritantes armações nas denúncias e tentativas de intimidações. Fundamental que os conselheiros, estrategistas e articuladores da pré-campanha da oposição consigam apurar a maturidade no entendimento que a classe política gosta de pré-candidatos sem a feição do diário denuncismo, aliada à pressão por meio do pânico, utilizando fatos de armações vividos no passado ou podendo acontecer no próximo tempo dos mandatos.
Parece que houve uma reunião entre os Santos homenageados no período junino para definir que a desavença eleitoral vai ficar fora do terreiro da alegria. Nem pagando para entrar, nem disfarçados de cazumbás, nem assim, querem estes enjoados estragando a diversão nos arraias. Podem até usar do benefício da crença para fazer a mídia com os eleitores. Agora, paira como imbecilidade, tentar espalhar que a vingança jurídica vai acontecer na ausência do governador Carlos Brandão (PSB) para que o interino Felipe Camarão (PT) assuma por definitivo o governo do Maranhão.
Muitos elementos destroem o amparo constitucional neste estado que ainda não está inserido na república do Brasil, apesar do discurso anti-Sarney na posse do então governador Flávio Dino (PCdoB), jurando que o “Inacreditável” deixaria de acontecer no Maranhão. Inacreditavelmente, palavra longa que expressa o incrédulo e o abismado, acontece quando o juiz federal, Clodomir Reis, julga e depois retira, publicamente, sua decisão. Para estarrecer, afirma, sem nenhuma vergonha, o erro na minuta da sentença. Curioso ou intrigante, que estava julgando uma ação popular assinada pelo renomado advogado Pedro Leonel Pinto Carvalho exigindo a devolução de R$ 141 milhões sacados “irregularmente” do Porto do Itaqui, na época do governo do agora ministro Flávio Dino (STF). Deve ser consciência!

STF cítrico – Razoável que a mulher Cármen Lúcia, ministra do STF, possa estar incomodada com as gracinhas dos ministros Flávio Dino e do Alexandre de Morais durante os julgamentos, as imagens e falas demonstram a rispidez nos cortes da mineira que não admite intimidades. Para completar a relação cítrica entre os membros da corte, aguarda qual será o novo conteúdo jurídico do ministro Luiz Fux no pedido para o julgamento em plenário da ação vencida, nos votos, sobre a presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão. Como relatora, deve entender o direito do ministro em postergar e o compromisso com a imparcialidade! Existem dúvidas?
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