O ministro Reynaldo Soares, do STJ, que seguiu o relator no terceiro voto contra o habeas corpus de Lula, é maranhense. Ele acompanhou a opinião do relator Felix Fischer. Ele entende que a pena pode, sim, ser executada após o esgotamento dos recursos em segunda instância. O final foi, novamente, por unanimidade.
Tudo unânime
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