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O cenário que o setor produtivo do país vislumbra com a ação do impeachment da presidente Dilma é o pior possível. Por exemplo, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, defendeu, sexta-feira, agilidade na tramitação e votação do processo. Se possível, com suspensão do recesso no Congresso. “A economia […]

O cenário que o setor produtivo do país vislumbra com a ação do impeachment da presidente Dilma é o pior possível. Por exemplo, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, defendeu, sexta-feira, agilidade na tramitação e votação do processo. Se possível, com suspensão do recesso no Congresso. “A economia brasileira não aguenta mais ter questões políticas atrapalhando seu desempenho”, avaliou. Já o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, falou na mesma visão: “Temos de acelerar a discussão sobre o impeachment. Quanto antes superarmos isso, melhor”.

Segundo ele, todas as medidas possíveis e necessárias para manter a economia estão sendo tomadas, “mas a situação é desafiadora”. Lembrou, porém, que a economia brasileira tem potencial de recuperação em 2016. Por sua vez, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entrou no debate do impeachment. Para ele, a alta da bolsa, registrada após a aceitação do pedido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, deve ser vista como um sinal de que o mercado quer o afastamento da presidente Dilma.

Já na sexta, porém, o movimento foi de queda no Ibovespa. “Eu vi que o mercado reagiu subindo, o que significa que prefere que haja o impeachment”, analisou, prevendo mais tensão nas próximas semanas no Brasil. O PSDB, segundo FHC, deve votar pelo impeachment. Mais quem entrou de cara na discussão foi a própria dona do mandato, Dilma. Ela foi à Conferência Nacional da Saúde, onde um auditório lotado a recebeu aos gritos de “não vai ter golpe”. Ela voltou a dizer que foi eleita democraticamente e, portanto, irá lutar “com todos os instrumentos” em defesa de seu mandato. O PT e setores da esquerda têm classificado como um “golpe” a possibilidade de afastamento da presidente pela Câmara.

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