Ou vai ou racha

A disputa pelo governo do Maranhão está determinada a marchar para o confronto direto.Não será apenas no corpo a corpo pelo voto,mas também pela destruição de adversários.Os sinais dessa guerra entre os beligerantes estão por toda parte.Cada lado arma suas estratégias,o modus operandi e deixa a soldadesca excitada.O grupo Sarney acompanha com lupa multiplicadora os […]

A disputa pelo governo do Maranhão está determinada a marchar para o confronto direto.Não será apenas no corpo a corpo pelo voto,mas também pela destruição de adversários.Os sinais dessa guerra entre os beligerantes estão por toda parte.Cada lado arma suas estratégias,o modus operandi e deixa a soldadesca excitada.O grupo Sarney acompanha com lupa multiplicadora os passos de Flávio Dino, no interior, com quem fala, onde se reúne,e, de preferência, que acordo celebra.

É o tudo ou nada em marcha para o grupo que se postou no Palácio dos Leões em 1965, com José Sarney no comando, e só saiu em 2006, quando Jackson Lago derrotou Roseana Sarney. Mesmo assim, por minguados 29 meses. Foi derrubado por Roseana, que reocupou o posto máximo no governo. Em 2014, foi a vez da repetição de novo revés no grupo, com a eleição de Flávio Dino no 1º turno.

Agora, Roseana e seu grupo não se conformam em ficar mais quatro anos fora do poder. Por isso, o jogo está pesado e sinalizando que, até outubro, vai ser guerra total. É o famoso tudo ou nada. Os sarneístas usam suas velhas ferramentas de triturar adversários pela via dos meios de comunicação. Paralelamente, usam fake news para detonar Flávio Dino, enquanto poupam outros possíveis “adversários” como Roberto Rocha, Eduardo Braide, Maura Jorge, na certeza de que, lá na frente, havendo 2º turno, todos estes estarão juntos num consórcio para enfrentar o “comunista”.

Flávio Dino, por sua vez, mesmo sabendo ser o alvo preferencial dessa guerra, cuidou de montar suas trincheiras, indo direto até à fonte sarneísta. “Puxou” alguns partidos do lado oposto, como PRB, DEM, depauperou o PSDB, já tem o PP, o PT e pode chegar a 15 legendas em seu arco de aliança. Enquanto isso vai abastecendo o paiol de munição contra os adversários, recolhida dentro da própria engrenagem monumental do governo em que só Roseana o conduziu por 14 anos e deixou um rastilho de material explosivo.

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