Ontem e hoje

Em 2018, na disputa presidencial, Bolsonaro é comparado a Enéas; Lula comparado a ele mesmo, ainda com os aditivos dos programas que mudaram o Brasil. Geraldo Alckmin é comparado a Mário Covas, tirando do páreo o prefeito João Doria, que já desistiu da Presidência e se projeta como candidato à sucessão do patrono Alckmin. Por […]

Em 2018, na disputa presidencial, Bolsonaro é comparado a Enéas; Lula comparado a ele mesmo, ainda com os aditivos dos programas que mudaram o Brasil. Geraldo Alckmin é comparado a Mário Covas, tirando do páreo o prefeito João Doria, que já desistiu da Presidência e se projeta como candidato à sucessão do patrono Alckmin.

Por falar em João Doria, ele é comparado no discurso e na prática política a Fernando Collor. Os dois têm imensa compacidade de comunicação com as massas e de se alinhar com as mídias paulistas. Doria é o tal “não político”. Já Luciano Huck seria o Silvio Santos de 1989, quando foi lançado pelo PMB, mas foi barrado pela Justiça Eleitoral.

No Maranhão, Roseana em 1998, despachava no Planalto como secretária do pai. Já Flávio Dino seria igual ao Jackson Lago de 2006. Roberto Rocha, no discurso, parecido ao pai, Luiz Rocha, mas em realidade distante. Em 1982, quando ele foi eleito, deu um “passeio”, contra uma posição mixuruca e puxado pela força de José Sarney, quando a ditadura já pedia arrego.

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