Essa onda de candidaturas de Eliziane Gama brigando com Flávio Dino, com Flávio Dino não apoiando Edivaldo Júnior, de Bira do Pindaré sendo lançado por Dino, de Zé Reinaldo comandar a campanha de Gama, tudo não passa de uma rapsódia grega em pleno século 21. Na hora certa, quem vai determinar o roteiro é o governador.
O enredo, de tão antigo, não é para ser entendido. É para ser assistido pelo distinto público, que, aos poucos, perceberá que o tema é para ser recitado pelo rapsodo – ao mesmo tempo maestro da opereta política. Flávio Dino é o dono da bola. Queiram ou não, ele é o mandachuva da política maranhense.
Todos os pré-candidatos com algum potencial para disputar a eleição de São Luís estão engarupados no governo de Flávio Dino ou esperando a vez. Do PSDB, de Carlos Brandão, João Castelo, de Neto Evangelista, do PSB de Bira do Pindaré e Zé Reinaldo, do PT de Chico Gonçalves ao PDT de Weverton Rocha.