Caminhada em pedregulho

Na eleição mais importante da história contemporânea no Maranhão,o governador Flávio Dino (PCdoB)atrairá pelo menos cinco presidenciáveis para seu palanque:Ciro Gomes (PDT),Manuela D’Ávila (PCdoB),Aldo Rebelo(SD), Rodrigo Maia (DEM) e Flávio Rocha (PR), este último,tuxaua-mor da rede de varejo Riachuelo.Tal situação,até certo ponto inusitada, pode trazer embaraços,mas nada insuperável.Já dá para imaginar o tamanho da encrenca. […]

Na eleição mais importante da história contemporânea no Maranhão,o governador Flávio Dino (PCdoB)atrairá pelo menos cinco presidenciáveis para seu palanque:Ciro Gomes (PDT),Manuela D’Ávila (PCdoB),Aldo Rebelo(SD), Rodrigo Maia (DEM) e Flávio Rocha (PR), este último,tuxaua-mor da rede de varejo Riachuelo.Tal situação,até certo ponto inusitada, pode trazer embaraços,mas nada insuperável.Já dá para imaginar o tamanho da encrenca.

Agora, por exemplo, o cearense,de Sobral,Giro Gomes,mesmo com discurso estrambelhado,“entrou na moda” nessa fase conturbada da pré-campanha, sem Luiz Inácio Lula da Silva no páreo.Além de Flávio Dino,que defende a união das esquerdas em torno de um candidato e esse candidato é Ciro Gomes,também o governador do vizinho Piauí, petista Wellington de Araújo Dias,acompanha Dino na defesa do presidenciável do PDT.

O tal pensamento de frente unificada pelo segmento esquerdista
anima também o centro-direita da política brasileira.Os partidos desse flanco ideológico tentam montar uma frente sólida para disputar a Presidência da República,com chances de abocanhar até fatia do eleitorado do petista Lula da Silva,que repugna Bolsonaro. A ideia seria unificar o projeto com o MDB, PSDB, DEM, PR, PP e esperar o resultado.
Mas a proposta de um governo liberal e desenvolvimentista esbarra, porém,nos interesses partidários e pessoais.

A ideia é que até julho os partidos propagariam a frente unificada,sem nome na cabeça da chapa. O que aparecer à frente,nesse momento decisivo,seria o candidato presidencial.Até o próprio Michel Temer comprou a ideia e a estimula.Disse que vários candidatos disputando o mesmo eleitorado conservador não seria útil.No entanto, o secretário
da Presidência,Carlos Marum, defensor da ideia,acha complicado sustentá-la até as convenções.

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