As “delações do fim do mundo”, pelo ex-executivo da Odebrecht João Pacífico, revelam que nas obras de expansão do Porto de Itaqui, no valor de R$ 180 milhões, quando João Castelo era presidente da Emap (governo José Reinaldo), houve combinação de preços entre as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Serverg, e pagamento de caixa 2.
Assim é covardia
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