SAÚDE

Casos de dengue caem 65% na capital

Número é considerado baixo pela Prefeitura de São Luís, considerando os primeiros meses do ano em relação a 2018, quando foram registrados 405 casos

Reprodução

Do início do ano até o momento, já foram registrados 141 casos de dengue na capital, 31 casos de chikungunya e 21 notificações de zika. As informações são da Secretaria Municipal de Saúde, que diz ainda que não houve aumento de casos, comparando-se 2018 com 2019 no período de janeiro a abril. “Houve redução de 65%. Em 2018 foram 405 casos de dengue e em 2019 foram 141 casos de dengue. A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde realiza visita domiciliares dos agentes de endemias em toda a cidade, faz identificação e tratamento de focos do mosquito, nebulização espacial com carro fumacê, trabalho educativo de conscientização, inspeções regulares em borracharias e cemitérios, e faz recolhimento de bagulhos volumosos”, informou.

Segundo a Prefeitura, as ações preventivas são realizadas continuamente pelo poder público municipal, através do Programa Municipal de Controle da Dengue e Arboviroses. Entre as atividades desenvolvidas pelos agentes estão visitas domiciliares; visita para inspeção e tratamento de pontos estratégicos (borracharias, cemitérios, ferros velhos), trabalho complementar de ações de educação em saúde e nebulização espacial com o carro fumacê.

O coordenador do Programa Municipal de Combate às Arboviroses, da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), Pedro Tavares, destaca a importância desse trabalho de orientação. “De casa em casa, os agentes têm a oportunidade de dialogar com os moradores e informar sobre as formas de prevenir as arboviroses e a principal delas é combatendo o mosquito Aedes aegypti. Diariamente os profissionais estão nas ruas executando esse trabalho”, conta o coordenador.

Mas parece que nem esses cuidados estão sendo suficientes. Morador do bairro Anil, o agente administrativo Paulo de Sousa contou que teve dengue no início do mês. E não foi só ele na área em que mora. “Outros vizinhos aqui também tiveram, então a gente também tem que ser mais vigilante com a nossa casa, nosso quintal, porque as vezes a gente, enquanto população, também não ajuda. Mas graças a Deus que foi só dengue mesmo”.

Com dor nas articulações desde que teve chikungunya no ano passado, a dona de casa Ana Cássia Moraes conta do sofrimento que passou com a doença. “Não desejo isso ‘pra’ ninguém. É uma dor que fica depois que a doença vai embora”, comentou.

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