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IMUNIZAÇÃO

Campanha de vacinação contra gripe entra na última semana

Dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de São Luís indicam que foram aplicadas mais de 133 mil doses, e o objetivo das equipes é manter o reforço das ações.

Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe, que será realizada entre os dias 23 de abril a 1º de junho em todo país, no Centro de Saúde Pinheiros, região oeste.

Essa é a última semana de vacinação contra a gripe nos postos de saúde de todo o Brasil. A campanha encerra na sexta-feira (31). A imunização é para grupos prioritários e integrante de forças de segurança e de salvamento. A campanha começou no dia 10 de abril e o último balanço do Ministério da Saúde mostra que até o dia 21 de maio 63% do público-alvo havia se vacinado.

Dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de São Luís indicam que foram aplicadas mais de 133 mil doses, e o objetivo das equipes é manter o reforço das ações. Entre os grupos que mais vacinaram estão as pessoas com comorbidades (existência de duas ou mais doenças), atingindo 67,27% de cobertura; além dos idosos (66,45%) e gestantes (60,75%). A campanha é extensiva também a crianças de seis meses a menor de seis anos, puérperas, professores, profissionais de saúde, indígenas, trabalhadores do sistema prisional, populações privadas de liberdade ou cumprindo medidas socioeducativas e membros das forças de segurança e armadas.

Equipes de vacinação da Prefeitura têm visitado locais como o 24º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS) e Comando Geral do Bombeiros, entre outros. A gestão do prefeito Edivaldo também está levando postos volantes aos bairros mais populosos da capital, como estratégia para abranger o máximo de pessoas pertencentes à população-alvo. Moradores dos residenciais Amendoeira, Ribeira e São Raimundo, foram alguns dos que receberam os postos volantes da Prefeitura.

A gripe pode matar. Conforme dados do Ministério da Saúde, em 2018, até o mês de junho, foram registrados 2.715 casos e 446 óbitos pelo vírus influenza – H1N1, H3N2 e influenza B e subtipado A. Do total, 1.619 casos e 284 óbitos foram por H1N1.

No ano anterior, 2017, foram registrados 394 casos e 66 óbitos por influenza no país. Desse total, 25 casos e sete mortes foram por H1N1, 244 casos e 30 óbitos por H3N2, 81 casos e 24 óbitos por influenza B, e 44 casos e 5 mortes por influenza A não subtipada. Em todo o ano de 2017, foram registrados 2.691 casos e 498 óbitos por influenza.

A vacina deste ano protege contra três tipos de vírus da gripe: o Influenza A, nas variações H1N1 e H3N2 e influenza B. A contraindicação da vacina é para quem tem alergia severa a ovo.

Monitoramento epidemiológico

Conforme dados do Ministério da Saúde, as informações do monitoramento epidemiológico feito pelo órgão, referentes ao período que compreende as semanas epidemiológicas 01 a 17 de 2019, o que compreende casos com início de sintomas entre 30 de dezembro de 2018 a 27 de abril 2019, apontam que a positividade para a influenza e outros vírus respiratórios foi de 24,1%, ou seja, 1.115 de 4.618 casos entre as amostras com resultados cadastrados e provenientes de Unidades Sentinelas de Síndrome Gripal.

Foto: (Reprodução/ Agência Brasil)

Devem receber a dose crianças com idade entre 6 meses e menores de 6 anos; grávidas em qualquer período gestacional; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas; idosos; professores de escolas públicas e privadas; pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

Profissionais das forças de segurança e salvamento também passaram a fazer parte do público-alvo da campanha neste ano. Por meio de nota, o ministério informou que o grupo inclui policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas, totalizando cerca de 900 mil pessoas.

A vacina

O Ministério da Saúde informou, em nota, que, em relação ao ano passado, houve alteração de duas cepas na vacina. Em função da mudança na composição, a pasta considera “imprescindível” que os grupos selecionados recebam a nova dose este ano ainda que já tenham sido imunizados anteriormente.

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