CUIDADO

8 dicas para não cair em golpes pelo WhatsApp

Promessas de emprego, produtos e benefícios feitas pelo WhatsApp podem parecer boas e atrativas, mas na realidade podem causar prejuízos

As armadilhas que culminam em golpes no WhatsApp estão cada vez mais comuns e afetam milhares de pessoas que clicam em links prometendo vantagens. O mecanismo utilizado para o golpe do Bolsa Família é similar ao de outros golpes como a falsa promoção de créditos para celular, kit grátis do Boticário, a campanha que envolvia álbuns da Copa do Mundo, passagens áreas gratuitas, dentre outras.

Veja como funcionam os golpes mais comuns do WhatsApp

Para evitar cair ou disseminar falsas promoções no WhatsApp, é importante checar a veracidade das mensagens recebidas antes de fazer algum tipo de cadastro ou repassá-las. Uma dica do delegado do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos, Odilardo Muniz, é proteger o seu aplicativo de WhatsApp com a dupla verificação, o que impede que mesmo quando o chip é habilitado em outro aparelho, o aplicativo seja utilizado por outra pessoa.

Confira, agora, oito importante dicas para evitar ser vítima de pessoas com más intenções em correntes do aplicativo.

Leia: Novo golpe do FGTS atinge trabalhares com cadastro falso

Desconfie de todos os links que são enviados para você, seja por e-mail ou por aplicativos de mensagens. Isso vale até mesmo para as URLs enviadas por amigos. Não clicar é sempre a melhor alternativa

Não forneça informações sigilosas em formulários de sites desconhecidos

Não faça o download de arquivos que não foram solicitados

Empresas não oferecem cupons de desconto por mensageiro e nunca pediriam que você faça o download de algo só para isso. Caso a oferta pareça bem real, faça uma rápida pesquisa na internet

Desconfie de mensagens que possuam erros ortográficos ou gramaticais e que peçam que você toque em um determinado link para obter alguma vantagem

Evite responder mensagens que peçam que você encaminhe informações pessoais como: número de cartão de crédito, conta bancária, data de aniversário, senha etc.

Evite os pedidos para repassar a mensagem

Se uma mensagem parecer suspeita ou se o conteúdo for “bom demais para ser verdade”, investigue. Não toque, compartilhe ou encaminhe sem antes fazer uma análise da situação

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