MPMA realiza curso direcionado ao combate ao feminicídio e violência doméstica
A primeira das seis aulas que formulam o curso foi realizada pelo professor Valério de Oliveira Mazzuoli, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
A primeira das seis aulas que formulam o curso foi realizada pelo professor Valério de Oliveira Mazzuoli, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
No Maranhão, os casos de feminicídio aumentaram em 26% em relação a 2023, quando foram registrados 50 casos. Em 2024 foram 63 casos.
Paula Gewehr foi submetida a controle excessivo, abusos psicológicos e físicos e chegou a ter seus anticoncepcionais descartados pelo parceiro.
Além das agressões, ele ameaçava os familiares e chegou a atirar dentro de casa antes de ser capturado.
A prisão ocorreu quando o suspeito compareceu ao para registrar um boletim de ocorrência.
O acordo integra o programa de proteção a mulheres criado em 2020, chamado de "Sinal Vermelho".
O crime que ocorreu em uma praça, teria que como motivação o fato do agressor exigir a devolução de um aparelho celular que ele havia presenteado a vítima.
Foram 17.832 ligações em 2024, contra 8.928 em 2023. Denúncias também aumentaram, de 1.896 em 2023 para 2.833 no ano passado, acréscimo de 49,4%.
Segundo relatos de testemunhas, o incidente ocorreu após o homem, conhecido como Pablo, ter agredido a mulher durante um desentendimento.
O alvo já era investigado pela Polícia Civil por violência doméstica.