Marinha usa drones aéreos e embarcações na busca por desaparecidos no Rio Tocantins
A suspensão se deve à necessidade de controle da vazão do volume da Usina Hidrelétrica de Estreito, operada pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste).
A suspensão se deve à necessidade de controle da vazão do volume da Usina Hidrelétrica de Estreito, operada pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste).
Até o momento, a tragédia soma 14 pessoas mortas e 3 desaparecidas.
Marinha do Brasil e a equipe de mergulhadores contratada pela empresa, verificaram duas fissuras no tanque que continha 23 mil litros do produto.
O desabamento, que vitimou 18 pessoas, aconteceu no último dia 22 de dezembro.
Cerca de 64 mergulhadores especializados atuaram durante as operações de busca e resgate, encontrando 14 dos 17 desaparecidos.
O órgão ressaltou que até o momento não foi constatado impacto negativo à fauna local consequente do acidente.
A interrupção ocorreu devido à necessidade de abertura das comportas da usina hidrelétrica operada pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste).
As buscas foram ampliadas para trechos mais distantes do leito do rio, devido ao aumento da correnteza.
A obra interligará os municípios de Estreito, no Maranhão, e Aguiarnópolis, no Tocantins, na BR-226, sobre o Rio Tocantins. Considerada emergencial, a contratação foi feita sem licitação.
O acidente soma 17 vítimas, sendo 11 mortos e 6 desaparecidos