Maranhão denuncia agressão de atletas e racismo no jogo em Imperatriz
Árbitro é acusado de agredir atletas, e torcedor de hostilidade por diferença na cor da pele.
Árbitro é acusado de agredir atletas, e torcedor de hostilidade por diferença na cor da pele.
As agressões aconteceram na última segunda, 31 de março, e nesta quarta feira as vítimas decidiram prosseguir com a denúncia.
A data tem como referência o episódio que ficou conhecido como “Massacre de Shaperville”, em 1960 na África do Sul.
Domínguez afirmou que a Copa Libertadores sem brasileiros seria como “Tarzan sem Chita”.
Para o juiz, o abalo sofrido pela trabalhadora, “decorrente de ato causador de profunda mágoa e desgosto, de modo a abalar sua autoestima”, ficou plenamente provado.
O presidente já havia se manifestado contra o racismo em outras ocasiões, como no caso das ofensas contra Vinicius Júnior, do Real Madrid, na Espanha.
Durante o confronto, torcedores do time rival fizeram gestos imitando macaco na direção do brasileiro.
A vítima estava dentro do próprio carro, e teria sido retirada à força pelo denunciado e agredida no meio da rua.
O texto apresentado argumenta que “há outros grupos que também são vítimas de atos discriminatórios análogos e que necessitam da mesma proteção legal”.
Um casal de residentes do condomínio onde Anastácia e mais três atrizes estão hospedadas afirmou que a presença das meninas fez o local ser transformado em uma “favela”.