PF investiga grupo que vendia dados pessoais de Flávio Dino e outros ministros do STF
Outros crimes, como lavagem de dinheiro e organização criminosa, estão sob apuração.
Outros crimes, como lavagem de dinheiro e organização criminosa, estão sob apuração.
Segundo as investigações, quatro empresas interrelacionadas foram responsáveis pelo prejuízo potencial de mais de R$ 53 mi aos cofres públicos no período de 2016 a 2019.
Há menos de um mês, o então ministro da Justiça, Flávio Dino, garantiu que o caso Marielle será "integralmente resolvido" em breve.
Foram cumpridos quatro mandatos de busca e apreensão no Maranhão.
Os recursos seriam destinados para as áreas da saúde e educação.
O advogado do MA, e outro do Piauí, ingressaram com diversas ações previdenciárias, na Justiça Federal de Marabá/PA, utilizando-se de documentos falsos.
De acordo com fontes ligadas às investigações, as suspeitas são de envolvimento do Hezbollah na preparação para ataques no país.
Os principais países de destino eram França, Espanha, Portugal e Turquia.
Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato majorado, falsidade ideológica, uso de documento falso, peculato, corrupção passiva e ativa.
A ação contou com o apoio da Procuradoria do Trabalho em Imperatriz.