Homem é preso em Timon por agredir ex-companheira e descumprir medida protetiva
Investigado também é suspeito de ameaça; vítima sofreu crise de ansiedade após insistentes contatos do agressor
Investigado também é suspeito de ameaça; vítima sofreu crise de ansiedade após insistentes contatos do agressor
Suspeito foi localizado nas proximidades da residência da vítima após insistentes tentativas de contato
Casos de desrespeito a medidas protetivas da Lei Maria da Penha disparam, indicando audácia de agressores, mas também maior disposição das vítimas em denunciar.
Em referência ao Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, celebrado nesta terça-feira (25).
O preso foi apresentado na delegacia para serem tomadas as medidas cabíveis.
O caso ganhou grande repercussão após a vítima divulgar, em suas redes sociais, que vinha sofrendo violência doméstica há cerca de um ano.
Suspeito foi detido pela Polícia Civil após investigação da Delegacia da Mulher; vítima relatou perseguição e ameaças de morte
No Maranhão, os casos de feminicídio aumentaram em 26% em relação a 2023, quando foram registrados 50 casos. Em 2024 foram 63 casos.
A ex-companheira registrou um boletim de ocorrência relatando que vinha sofrendo junto com a filha do suspeito, várias ameaças de morte e perseguições.
A autora, Augusta Brito, argumentou que o direito à segurança da vítima deve prevalecer sobre o direito do agressor de reaproximação. "Na ponderação dos valores, não pode ser aniquilado o direito à segurança e à proteção da vítima", afirmou a senadora.