Por unanimidade, ministros definem Bolsonaro e aliados como réus
Votaram os magistrados Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.
Votaram os magistrados Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.
A sessão tem início com o voto do relator, Alexandre de Moraes. Em seguida, os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin proferem seus votos.
Foram cinco pedidos preliminares das defesas; todos negados. Com isso, o julgamento será retomado nesta quarta-feira (26).
Caso a denúncia seja aceita, Bolsonaro e os outros denunciados deixarão de ser indiciados e passarão a ser réus pela trama golpista.
As gravações revelam que militares de alta patente mantinham contato direto com manifestantes e tinham uma estratégia paralela de contestação das urnas eletrônicas.
O texto deve possuir informações mais aprofundadas a respeito da participação de oficiais das Forças Armadas no planejamento que visava derrubar o sistema democrático e instaurar um regime totalitário.
Bolsonaro conta que seria "fácil" realizar um golpe em 2022, mas que sua experiência como militar, deputado e presidente lhe dizia que haveria consequências no dia seguinte.
A "Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro", foi comunicado em novembro de 2022 e obteve a assinatura de 37 militares.
Bolsonaro, assim como Braga Netto, está entre os indiciados no inquérito que investiga tentativa de golpe de Estado após o resultado das eleições presidenciais de 2022.
Senador saiu em defesa do general da reserva Walter Braga Netto, preso pela Polícia Federal na manhã deste sábado.