O médico de Bolsonaro, Cláudio Birolini, que foi de São Paulo para acompanhar Bolsonaro, explicou que uma cirurgia não está descartada, embora não esteja indicada no momento.
Réu por tentativa de golpe de Estado, voltou a dizer que se tivesse ficado no Brasil, teria sido preso em 8 de Janeiro de 2023, quando seus apoiadores destruíram as sedes dos Três Poderes pedindo uma ruptura democrática.
O ex-presidente criticou a decisão do Supremo que o tornou réu e negou tentativa de golpe. Segundo ele, o debate sobre cenários políticos não pode ser criminalizado.
A listagem de nomes dos defensores do ex-presidente chegou a contar até com Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência, que também possui formação em direito.