Reprodução

Uma coisa é certa! Cada povo tem o governante que merece!

E vice-versa, “o governante representa o povo que tem!” A democracia nos dá esse direito, de escolher pelo voto (SECRETO) quem queremos como nosso representante, aquele que melhor nos representa.

É o conjunto de interesse comum que elege UM PRESIDENTE (com suas qualidades e defeitos ) que reflete você, eu, o nosso povo, a nossa sociedade. Acompanhando as pesquisas eleitorais, pelo perfil dos candidatos, elas nos mostram uma sociedade totalmente diferente daquela que se mostra normalmente nas ruas. O que somos: um povo que pede e quer justiça e celeridade da justiça, um povo que se diz laico, sem preconceitos de raça ou credo, democrático, um povo que se diz defensor das minorias e da diversidade, um povo que é contra a corrupção. Esse é o brasileiro que se fala, que se vende.

Porém, diante do “voto de interesse pessoal”, que se reflete nas pesquisas, temos uma outra leitura de povo. Um povo que diverge e critica a justiça se for contra seu interesse, que defende até a impunidade. Um povo que apoia a desigualdade e distinção de valores humanos, por sexo ou raça ou credo ou posição social. Um povo sem apego à democracia a ponto de colocá-la sob ameaça, ou de nem colocar isso em debate.

Um povo que critica político corrupto, mas que se deixa corromper por esse mesmo político, até vendendo seu direito de escolher quem representa ou defende o seus ideais (O VOTO). O que mudou: a verdadeira face do povo brasileiro, nos últimos anos, talvez tenha sido escondida pelos marqueteiros, que nos vendiam um “candidato certinho “ para essa pseudo-sociedade que se apresentava (um produto de marketing que hoje é destruído pelas redes sociais).

É como o advento dessa comunicação instantânea (WhatsApp, Instagram, Facebook, etc) que o povo brasileiro se “libertou” das amarras da “sociedade certinha ”, tirou a máscara, passou a emitir opiniões pessoais em âmbito nacional, se mostrar. Nesse cenário, vamos às eleições, escolher quem nos representará.

E a maioria vai mostrar, pelo voto, o povo que realmente somos. Não dá para mascarar O VOTO. As pessoas votam por interesses pessoais, e o conjunto desses interesses pessoais (o voto) mostra a verdadeira face da nossa sociedade, que há de se confirmar em outubro nas urnas. Mas hoje, pelas pesquisas, somos um povo corrupto, injusto, preconceituoso e nada democrático.

VER COMENTÁRIOS
CONTINUAR LENDO