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A candidata ao governo do estado do Maranhão Roseana Sarney, revelou em entrevista à Revista Época, que sofre preconceito contra o nome da sua família, após 5 candidaturas majoritárias (Quatro para o Executivo do Estado e uma para o Senado). A ex-governadora quer voltar ao poder no Maranhão, Estado que comandou de 1995 a 2002 e de 2009 (com a cassação do adversário Jackson Lago) a 2014.

Mas ainda assim, Roseana acredita que está em situação mais confortável que a do atual governador Flávio Dino (PCdoB). “Tenho a grande vantagem de a responsabilidade de ganhar a eleição ser dele, não minha” afirmou.

A candidata afirma que sofre preconceito por conta do nome da família, muitas vezes associado de forma negativa no estado. “Existe preconceito contra o nome (Sarney), o nordestino e a mulher. Fui a primeira mulher eleita governadora de um Estado brasileiro, isso em 1994. Até falei no meu discurso sobre o preconceito contra as minorias. Nós sofremos preconceito. Sou nordestina e filha de José Sarney, mas o povo sabe o que ele quer”, disse Roseana.

Apoio à Lula – A ex-governadora do Maranhão, pré-candidata as eleições 2018, manifestou apoio à campanha “Lula Livre” em suas redes sociais. Roseana postou uma foto, onde aparece recebendo um abraço do ex-presidente, condenado pela Operação Lava Jato, com a frase “O Maranhão está com Lula, eu também estou”.

A ex-governadora acha que o ex-presidente deveria ganhar a liberdade, sem que isso represente algum abalo à Lava Jato. “Eu sou a favor de a investigação continuar. Não tenho nada a temer e, na minha cabeça, Lula não está preso por causa da Lava Jato, mas pelo apartamento (tríplex do Guarujá), pelo que eu vi.”, disse à publicação Época.

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