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Cabeça com cabeça. Enquanto a corrida de obstáculos rumo ao Palácio dos Leões envolve seis candidatos, as duas vagas de senador contam com 12, mas até agora, apenas seis aparecem com potencial para chegar às urnas com alguma chance de passar oito anos dando as cartas na casa mais importante do Congresso Nacional.

Além do poder, só em salário (R$ 33,7) e outros penduricalhos chamados de ‘benefícios’, cada senador custa ao Erário R$ 165 mil mensais. Mas o jogo pesado mesmo está entre os candidatos ao Senado aglutinados às chapas de Flávio Dino, Eliziane Gama-PPS e Weverton Rocha (PDT); Roseana Sarney, com Sarney Filho (PV) e Edison Lobão (MDB); e Roberto Rocha, com José Reinaldo e Alexandre Almeida, ambos noviços no PSDB.

As últimas pesquisas divulgadas dão posições diferentes para essas candidaturas, mas todos têm condições de permanecer nas primeiras colocações, numa corrida cabeça com cabeça, ou então inverter os lugares.

Os seguidores de Flávio Dino são deputados federais de posições destacadas na Câmara. Rocha está no parlamento desde 2011, quando assumiu como suplente, sendo reeleito em 2014. É líder do PDT desde o começo do mandato e conseguiu forte influência na Câmara. Eliziane Gama (PPS) também tem atuação forte em vários movimentos internos das comissões técnicas e especiais e nas ações extra-Câmara.

O senador Edison Lobão tem o nome tão conhecido quanto o de Sarney Filho (PV), seu companheiro de chapa do MDB de Roseana. Zequinha tem nove mandatos na Câmara, um sobrenome tão fácil quanto farinha no saco. Eles travam uma disputa interna na chapa. A lógica: difícil demais os dois serem eleitos pela oposição.

Já deputado José Reinaldo (ex-governador) era do PSB, ligado a Flávio Dino. Rompeu e precisou de enorme esforço para se adaptar ao PSDB de Roberto Rocha. O seu companheiro é Alexandre Almeida, deputado estadual de primeiro mandato.

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