Eleições 2018

Convenções continuam e definem próximos passos das eleições

A próxima rodada de convenções começa hoje, pelo PSOL, que lançará o candidato Odívio Neto, coligado com o PCB, na disputa do Palácio dos Leões. O professor da UFMA Saulo Pinto é candidato a senador.

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Depois de carimbadas as candidaturas de Flávio Dino (PCdoB), Roseana Sarney (MDB) e Ramon Zapata (PSTU), a próxima rodada de convenções começa hoje, pelo PSOL, que lançará o candidato Odívio Neto, coligado com o PCB, na disputa do Palácio dos Leões. O professor da UFMA Saulo Pinto é candidato a senador.

Na sexta-feira, tem a do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), que lançará o coronel Monteiro ao Governo do Estado. No sábado, o PSL de Maura Jorge e o PSDB de Roberto Rocha também farão suas convenções para definição dos candidatos majoritários e proporcionais.

Roberto Rocha deve ser ungido por aliança formada pelo PSDB, Podemos e PMN. Enquanto isso, o PSL terá a ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, como candidata ao Governo.

Toda essa movimentação entre partidos e suas convenções poderá alterar as projeções das próximas pesquisas eleitorais, já que o deputado Eduardo Braide, não concorrendo ao Governo, estará fora. O tucano Roberto Rocha perdeu a disputa pelo vice de Imperatriz, região em que todos os candidatos a governador esperam se dar bem com as urnas.

O empresário Ribinha Cunha (PSC), preferiu embarcar na chapa de Roseana Sarney (MDB), tendo recebido ainda pressão da deputada federal Luana Costa, mulher do ex-prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves. Ela é a atual coordenadora da Bancada Federal no Congresso.

Já o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) fará sua convenção hoje, a partir das 11h, na sede do partido, no Cohafuma, e confirmará a aliança com o Partido Comunista Brasileiro (PCB).

A coligação das legendas de esquerda clamará o engenheiro Odívio Neto candidato ao governo, Saulo Pinto (PSOL) e Iego Bruno (PCB) ao Senado. Odívio Neto é engenheiro civil e professor universitário. Na eleição de 2014, foi vice na chapa formada por ele e o advogado Luís Antônio Pedrosa.

Já o PSDB vive uma crise interna e ainda por conta da pendência chamada Waldir Maranhão. Faltando três dias para o evento tucano, a direção estadual ainda não sabe o que fazer com o parlamentar, que passou a pré-campanha ao lado de Roberto Rocha, colocando seu nome como postulante ao Senado.

Complicado é que os tucanos já contam como certos nomes dos deputados José Reinaldo Tavares (federal) e Alexandre Almeida (estadual) para as duas vagas de senador. Há quem diga que Waldir pode até acabar como vice de Roberto Rocha, o que acomodaria gregos e troianos, numa chapa superpuro-sangue. No entanto, Rocha não conseguiu até agora decolar nas pesquisas, o que deixa os demais candidatos tucanos numa situação de desânimo completo.

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