Foto: Reprodução

2018 promete como ano eleitoral. Em todos os níveis da disputa é quase impossível saber quem sairá vitorioso. Nacionalmente, o embate ficará entre a direta e a esquerda, podendo cair novamente no ciclo vicioso da polarização entre PT e PSDB. Já no âmbito estadual, a disputa será decidida entre simbolismos.

Em um estado, marcado pela pobreza extrema, o uso dos símbolos facilitam a compreensão da população mais pobre. São eles que ajudam a montar o perfil ideal e de fácil entendimento. Não à toa que essa prática foi usada largamente pela Igreja Católica como forma de catequese durante a Contra Reforma.

Assim, ganha importância o papel como a mídia atuará durante o período. Em tempos de blogs e popularização das Fake News, será mais fácil construir e destruir imagens de políticos. Algo que já está sendo feito por marqueteiros no Brasil, segundo reportagem especial do Fantástico. A matéria do dia 25 de fevereiro mostrava como o uso desse tipo de notícias foi prejudicial para as eleições presidenciais dos EUA, ao promover a “demonização” da candidata Democrata, Hillary Clinton.

Essa mesma dicotomia entre o bem e o mal será usada no nosso estado. Agora não mais baseada na boa e velha disputa da Guerra Fria: Comunas x Capitalistas do bem, mas entre uma guerreira e um governador. E assim, a palavra Deus será usada mais do que nunca para conquista de votos.

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