JUSTIÇA

Assassinos de delegado são condenados a mais de 30 anos de prisão

Davi Costa Martins foi condenado a 32 anos e seis meses de prisão, em regime fechado, e Wanderson de Morais Baldez teve a pena determinada de 31 anos e dez meses de prisão, pelo assassinato de Davi Farias de Aragão, delegado da Polícia Federal.

Delegado da Polícia Federal, Davi Aragão, vítima de latrocínio no Maranhão — Foto: Divulgação

Os assassinos do delegado da Polícia Federal, Davi Farias de Aragão, foram condenados a mais de 30 anos de prisão pelo juiz federal Magno Linhares, da 2ª Vara Criminal. Davi Costa Martins foi condenado a 32 anos e seis meses de prisão, em regime fechado, e Wanderson de Morais Baldez teve a pena determinada de 31 anos e dez meses de prisão, também em regime fechado. O crime foi em maio de 2018 no bairro Araçagi, em São José de Ribamar, Região Metropolitana de São Luís.

Os dois assassinos já estavam presos pelo crime. Ambos estão no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. O terceiro participante do crime foi um adolescente de 17 anos, que por força de lei não é submetido aos mesmos procedimentos jurídicos.

O delegado foi vítima de latrocínio. Segundo a investigação policial, Davi, Wanderson e o adolescente invadiram o imóvel para assaltar e o delegado Davi Aragão, ao tentar impedi-los de entrar em uma parte da casa onde estavam crianças, foi morto. Houve luta corporal entre os assaltantes e o delegado, que foi atingido por três disparos de arma de fogo e facadas. A vítima estava com amigos e parentes em uma comemoração no momento do crime.

Menor ao lado de Davi Costa Martins foi um dos assassinos do delegado — Foto: Reprodução

De acordo com a Polícia Civil, os três assaltantes invadiram a residência por volta das 23h e segundo a investigação, a escolha da residência como alvo foi aleatória. Eles entraram por uma casa vizinha que estava desocupada. Dois bandidos pularam o muro do quintal da casa do delegado e um terceiro entrou pela lateral.

Na época do crime, a polícia informou que Wanderson de Morais deveria estar sendo monitorado por meio de uma tornozeleira eletrônica por conta de outro crime. Ao ser capturado pelos policiais, o assaltante não estava usando o equipamento.

Davi Aragão era chefe da Delegacia de Repressão aos Crimes Fazendários do Maranhão e há mais de 12 anos trabalhava na Polícia Federal.

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