RECORDE

Maranhão registrou quase 11 mil crimes cibernéticos em pouco mais de um ano

Para a polícia, medidas de proteção presentes nos aplicativos e sistemas podem evitar golpes e fraudes.

Criminosos se aproveitam de usuários desavisados para cometer fraudes. (Foto: Reprodução)

Os casos envolvendo crimes cibernéticos ou tecnológicos no Maranhão somaram 10.819, de acordo com dados do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT), da Polícia Civil do estado (PC-MA). Os números são do período de 2021 até abril de 2022.

Segundo a DCCT, muitos usuários ainda acessam links suspeitos fornecendo informações, geralmente para perfis falsos oferendo promoções, que acabam bloqueando a conta. A partir daí, o fraudador passa a cometer crimes, se passando por dono do perfil, pedindo dinheiro e até mesmo vendendo itens que não existem.

O Whatsapp é outra rede social bastante invadida pelos criminosos, de acordo com a Polícia. As principais ocorrências no ambiente virtual listadas pela polícia são: a falsificação de documento particular, invasões e fraudes eletrônicas como o estelionato, como golpes por e-mail, Whatsapp, falsos boletos, compras pela internet e o golpe do Pix.

De acordo com as estatísticas do DCCT, 6.850 das ocorrências foram registradas em 2021, e 3.969, quase metade, foram registrados nos quatro primeiros meses deste ano. A maioria dos crimes, 2.646, envolvem o aplicativo Instagram. Para o delegado Guilherme Campelo, muitos dos golpes poderiam ser evitados com medidas de proteção simples.

“As pessoas ainda caem em golpes que poderiam ser facilmente evitados acionando as ferramentas de proteção do aplicativo (autenticação em dois fatores), não atrelando o número de telefone à conta do Instagram e tendo mais atenção a links suspeitos”, destacou o delegado.

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