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CRIME

Policial militar que matou esposa e amante é interrogado durante audiência

O caso, que ainda não teve seu desfecho concluído, ainda possui brechas. Carlos Eduardo Nunes, de 31 anos, é policial militar e acusado por matar a ex-esposa junto com o amante da relação após encontrá-los juntos em sua residência

PM confessa autoria do crime. Foto: Divulgação.

O caso, que ainda não teve seu desfecho concluído, ainda possui brechas. Carlos Eduardo Nunes, de 31 anos, policial militar e acusado por matar a ex-esposa junto com o amante da relação após encontrá-los juntos em sua residência, no dia 25 de janeiro de 2020, foi interrogado pela polícia na quinta-feira (10) em continuidade da audiência do processo.

Respondendo pelos crimes de feminicídio contra sua ex-mulher Bruna Lícia Fonseca Pereira, e homicídio contra José William dos Santos Silva, rapaz que estava com ela na ocasião, o soldado da PM confessou a autoria dos disparos nas duas vítimas, além de confirmar de que a arma usada no crime era sua.

Apesar da confirmação de que ele foi o autor dos tiros, o militar não quis responder quando questionado pelo promotor de Justiça e pelo juiz sobre a motivação do crime e outros detalhes, exercendo o direito de permanecer calado. Segundo a denúncia do Ministério Público, a real motivação do crime foi o fato de que Carlos Eduardo não aceitava o fim do relacionamento.

Relembre o caso

Policial mata esposa e amante após flagrar traição

Na tarde de 25 de janeiro, um policial assassinou a esposa e o amante, em sua residência, no Condomínio Pacífico I, no Bairro Vicente Fialho.

Segundo informações policiais, o policial Carlos Eduardo havia efetuado vários disparos de arma de fogo quando chegou mais cedo do trabalho e flagrou a esposa, Bruna Lícia e o amante dela, que ainda não teve a identidade revelada.

Ainda de acordo com a polícia, foram aproximadamente 7 tiros. A mulher teria sido atingida por dois disparos e o amante alvejado com cinco tiros no rosto.

Após entregar a arma para o seu tio que é sargento da polícia e ter negociado com o tenente, o policial foi levado para a Superintendência Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP).

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