CORONAVÍRUS

No Maranhão

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RECUPERADOS

71% dos casos confirmados já estão recuperados no Maranhão

o Maranhão totalizou 53.791 pacientes curados de coronavírus

Reprodução: Governo do Maranhão

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (25), pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o Maranhão totalizou 53.791 pacientes curados de coronavírus. Nas últimas 24h, 1.880 pessoas receberam alta de acordo com orientação do Ministério da Saúde.

O boletim também informou, que desde o início do monitoramento de casos no estado, já foram realizados 147.057 testes. Mais de 71 mil casos foram descartados e hoje (25), o número de casos suspeitos é 2200.

Centros de testagem

Os testes podem ser feitos nos Centro de Triagem da Policlínica Diamantes e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Araçagi, Cidade Operária, Itaqui-Bacanga e Vinhas. Para os profissionais da saúde e segurança pública o atendimento está acontecendo no Viva Beira Mar. No interior do estado, os teste estão sendo realizados nos hospitais regionais.

Segundo o boletim, o estado tem 74.925 casos confirmados de coronavírus e 1871 óbitos. Nas últimas 24h, foram registrados 35 novas mortes e 1.611 casos de Covid-19. O interior do estado contabilizou o maior número de novos casos com 1472 pessoas, Imperatriz registrou 71 e a Ilha de São Luís atingiu 68 novos casos.

Dos mais de 74 mil casos confirmados, 19.263 ainda estão ativos. Desses, 18.312 estão em isolamento domiciliar, 584 internados em enfermaria e 367 em leitos de UTI.

A SES informou que, os 35 novos óbitos registrados nas últimas 24h, aconteceram nas seguintes cidades: Araioses (1), Coelho Neto (1), Icatu (1), Iguarapé do Meio (1), Morros (1), Paço do Lumiar (1), Penalva (1), Pinheiro (1), Santa Rita (1), Serrano do Maranhão (1), São Bento (1), São Mateus do Maranhão (1), Miranda do Norte (2), Imperatriz (3), Timon (3), São José de Ribamar (4) e São Luís (11).

Do número total de óbitos, 61% é masculino e 39% feminino, a faixa etária com maior número de mortes é acima de 70 anos, com 87% apresentando comorbidades, sendo as principais hipertensão arterial e diabetes mellitus.

A evolução do número de casos da síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no estado continua em 19, estando presente na maioria dos casos o vírus da influenza B.

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