JUSTIÇA

Suspeita de participar do assassinato de Dorothy Stang é presa no Maranhão

A missionária norte-americana Dorothy Stang, naturalizada brasileira, foi assassinada com seis tiros em fevereiro de 2005, em uma estrada rural do município de Anapu, no estado do Pará

Reprodução

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Duas pessoas identificadas como Luana de Cássia Castro Silva e Carlos Magno da Silva, conhecido como “Nanau”, foram presos na tarde desse domingo (13), por policiais do 27° Batalhão da Polícia Militar (BPM), na cidade de Rosário no Maranhão. Segundo a polícia, Luana é suspeita de participar do assassinato da missionária Dorothy Stang no estado do Pará em 2005, e estava foragida da justiça.

De acordo com informações, após receber notícias do seu paradeiro a mulher passou a ser monitorada, e na tarde de ontem, 13, foi presa pela polícia. Ainda segundo a polícia, existiam dois mandados em aberto em desfavor da foragida, um registrado na comarca de Belém-PA e outro em Açailândia-MA.

Durante a prisão, Nanau estava com Luana no momento em que foi autuada pela polícia, ele teria reagido de forma agressiva, e acabou sendo preso por desacato.

Ambos foram apresentados na Delegacia Policial (DP) de Rosário para as devidas providências.

Entenda o caso

A missionária norte-americana Dorothy Stang, naturalizada brasileira, foi assassinada com seis tiros em fevereiro de 2005, em uma estrada rural do município de Anapu, no estado do Pará. Dorothy era a maior liderança do Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança (PDS), trabalho que acabou atraindo a inimizade de fazendeiros da região que se diziam proprietários das terras que seriam utilizadas no projeto.

Dorothy Stang chegou ao Brasil nos anos 1970 para realizar trabalhos pastorais na região amazônica. Sua atuação focou projetos de reflorestamento e de geração de emprego e renda para a população pobre local.

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