PRAIA GRANDE

64 anos do incêndio do navio Maria Celeste

A embarcação pegou fogo quando estava ancorada a cerca de 500 metros do cais da Praia Grande, em São Luís, no dia 16 de março de 1954

O Maria Celeste, pequeno navio cargueiro que pertencia à Companhia de Navegação de São Paulo, pegou fogo quando estava ancorado a cerca de 500 metros do cais da Praia Grande, em São Luís, no dia 16 de março de 1954. Hoje, a tragédia completa 64 anos e ainda mexe com a imaginação dos ludovicenses.

Dona Maria Augusta testemunhou o fato do morro no quintal de sua casa. Ela lembra que o incêndio começou quando o navio estava descarregando no porto. “O navio incendiou no ponto de descarga. Eu subi no morro do meu quintal e podia ver tonéis de óleo que subiam parecendo foguete e depois caíam na água, espalhando o óleo no mar”. Disse Dona Maria que morava próximo a um antigo manguezal em frente ao cais.

Os Motivos

As primeiras horas do dia foram marcadas pela trágica notícia: “Pegava fogo o navio”. A antiga Rampa Campos Melo, hoje Cais da Praia Grande, foi o cenário da tragédia que matou 16 pessoas, 12 estivadores e 4 tripulantes. Devido à falta de detalhes das causas do incêndio, muitas são as histórias que tentam explicar como tudo começou no cargueiro que transportava tambores cheios de gasolina e óleo diesel.

Foto: Brasil Mergulho

Duas são as justificativas mais utilizadas para essa explanação, a de que uma faísca vinda do tambor de um guindaste enguiçado atingiu um cilindro de gasolina, e que problemas na parte elétrica do navio deram início ao incêndio que perdurou por três dias.

Foto: Brasil Mergulho

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