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SUSTENTAVEL

Quase 2 mil pallets transformam visual de armazém para abrigar escritório em Lisboa

Foram utilizados pallets descartados da empresa para forrar e decorar um antigo galpão por dentro e por fora

REPRODUÇÃO DA INTERNET

Uma empresa portuguesa resolveu transformar um antigo armazém para abrigar o escritório da equipe. A equipe da byDISPLAY, que fica em Lisboa, decidiu investir em uma forma mais sustentável de trabalhar e receber os clientes, ao utilizar 1.780 pallets de ações anteriores para montar a decoração do novo espaço.

Antes, a firma ocupava um prédio moderno de três pisos e 700 metros quadrados. De acordo com o designer responsável pelo projeto, Genésio Filho, os armazéns da empresa ficavam a cerca de 20 quilômetros do escritório, o que gerava deslocamentos diários de alguns funcionários e originava custos extras e perda de tempo de trabalho. “Assim, decidimos centralizar tudo e procuramos um local onde pudéssemos ter o escritório e o armazém juntos”, conta.
Todos os pallets tinham servido a ações da empresa, que há 22 anos já usava esse material para transportar os estandes dos clientes em todos os continentes, por isso, muitos deles estavam acumulados. “O que seria um material sem valor e que ocuparia um grande volume de espaço, foi transformado em algo útil, que é motivo de orgulho e que reflete o nosso trabalho e dos nossos clientes”, garante Filho.
O galpão foi todo forrado por pallets por dentro e por fora, e o resultado surpreendeu pelo visual inovador. Além disso, os funcionários ganharam mais qualidade de vida com o novo empreendimento. Agora, o escritório fica em uma zona emergente e “cool” de Lisboa, que tem vários ateliês, restaurantes, antiquários e lojas de design, e ainda é perto do rio Tejo, com uma Marina e jardins para passear. “Também pelo fato de estarmos todos no mesmo andar facilita a comunicação e a gestão do trabalho, principalmente com o escritório à distância de uma porta do armazém”, comemora o designer da byDISPLAY.
No total, o gasto financeiro não foi dos mais baixos. “Entre a restauração dos tetos antigos, que totalizam aproximadamente 3.800 metros, as pinturas e a recuperação do armazém, o custo ficou em cerca de 52 mil euros”, afirma o designer, que também garante que o benefício superou as expectativas.
A iniciativa ainda ajudou os arquitetos e designers a mostrarem para os clientes que a proposta sustentável é funcional. “Quando conhecem o nosso escritório, os clientes aceitam com mais facilidade as nossas propostas porque vêem logo um exemplo de um projeto já concluído”, explica Genésio Filho.
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