AGRONEGÓCIO

Com queda na produção de arroz, Governo debate fomento para o grão

Projeções para a safra de 2018/2019 apontaram recuo de 16% na rizicultura do Maranhão

(Marcos Santos / USP Imagens)

O secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo se reuniu, nesta terça-feira (22), com o Sindicato das Indústrias de Arroz do Estado do Maranhão (Sindarroz) e indústrias filiadas à associação para debater estratégias de crescimento para o segmento produtivo do estado.  

O Maranhão é o quinto maior produtor de arroz do País. No entanto, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2018/2019 de grãos no Maranhão terá recuo de 2,9% e a produção de arroz figura nesta queda, com decréscimo de 16% se comparado à safra anterior.

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A área de plantio de arroz sequeiro também terá recuo de 16% no mesmo período de comparação. Algumas das justificativas para essa diminuição estão relacionadas às demandas com o licenciamento ambiental e custo de produção elevado para baixos retornos financeiros aos produtores.

Durante o encontro, foram pautadas possibilidades de aumento e estímulo da produção, percentual de consumo e fomento, faturamento da cadeia, isonomia e competitividade local, sinergia com o comércio atacadista, mercados interno e interestadual, benefícios para a cadeia produtiva e oportunidades de consumo dentro do Maranhão.  

Segundo o secretário, as cadeias produtivas embalam o desenvolvimento econômico estadual e, para isso, está sendo consolidada a relação com os setores produtivos, no sentido de ouvir suas demandas e solucionar os gargalos que dificultam o desenvolvimento do Estado.  

“São mecanismos que viabilizam maior competitividade local, geração de emprego e renda e estímulo para a cadeia produtiva do arroz, alimento tradicional do Maranhão, onde existe forte vocação para produção dessa cultura”, defendeu Araújo.

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