NEGÓCIOS

Soja corresponde a 29% das exportações do Itaqui

No primeiro trimestre deste ano, foram enviadas para fora quase 922 mil toneladas do grão, 5% a mais que no mesmo período do ano passado, quando foi alcançada a marca de 878 mil toneladas

Foto: Reprodução

O Porto do Itaqui mantém a curva de crescimento na exportação de soja. No primeiro trimestre deste ano, foram enviadas para fora quase 922 mil toneladas do grão, 5% a mais que no mesmo período do ano passado, quando foi alcançada a marca de 878 mil toneladas. “A expectativa é de crescimento maior a partir do segundo trimestre, seguindo em alta até meados do ano. O produtor maranhense apostou e vai colher uma supersafra, o que vai levar o Itaqui a novos recordes”, afirma o presidente da Empresa Maranhense de Administração (Emap), Ted Lago.

Embarcações de diversas partes do mundo – como China, Espanha e Holanda – atracaram no Itaqui para levar a soja produzida não só no Maranhão, mas também em Tocantins, Mato Grosso, Piauí e Pará. Isso mostra como o Porto do Itaqui se tornou um empreendimento estratégico para os estados vizinhos escoarem a produção.

A exportação de soja respondeu por 29% do total de movimentações do Porto do Itaqui entre janeiro e março de 2018. Os derivados de petróleo vieram em seguida. Celulose, fertilizantes e cobre também fazem parte das cargas mais movimentadas no primeiro trimestre deste ano. Para levar e trazer toda essa carga foram feitas cerca de 160 atracações no período, com embarcações de países como EUA, Alemanha, Marrocos, Canadá, Arábia Saudita, Rússia, Japão e Emirados Árabes Unidos.

Modernização

Desde 2015, o Porto do Itaqui vem passando por um processo acelerado de modernização, que o tornou mais atraente para as companhias de todo o mundo. Atualmente, o tempo de espera dos navios é o menor em toda a história do porto, com redução de mais de 50%. De 2014 para cá, essa média caiu de 85 para 35 horas. Tudo isso significa mais empregos e mais estímulo para a economia do Maranhão. O Itaqui hoje gera cerca de 14 mil empregos no Maranhão e ao longo da área de influência do porto

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