Temendo a crise, Prefeitura de São Luís e Governo repetem orçamentos de anos anteriores

Faltando apenas três dias para o ano de 2015 acabar, governadores e prefeitos de todo o Brasil estão no desespero diante da queda brutal nas receitas federais, que sustentam quase a integralidade das despesas dos estados e municípios do Norte e Nordeste. Os dois segmentos políticos estão mobilizados, mas com perspectivas de que o ano […]

Faltando apenas três dias para o ano de 2015 acabar, governadores e prefeitos de todo o Brasil estão no desespero diante da queda brutal nas receitas federais, que sustentam quase a integralidade das despesas dos estados e municípios do Norte e Nordeste. Os dois segmentos políticos estão mobilizados, mas com perspectivas de que o ano novo será ainda pior.

Por exemplo, o governo Flávio Dino quase repetiu, no próximo ano, o orçamento de 2015 que, por sua vez, já replicava o de 2014 e 2013. O valor de R$ 16,6 bilhões pode furar na previsão, se a crise não tiver remendo. Por essas e outras é que Flávio Dino foi a Brasília engrossar o chororô dos governadores por mais recursos federais.

A Prefeitura de São Luís também não anda bem das pernas, quando o assunto é dinheiro. O ano que começa na próxima sexta-feira será eleitoral, com regras draconianas em relação a gastos de campanha e muito mais cobrança da população. O orçamento de 2016 é igual ao de 2015 (R$ 2,7 bilhões), mas as despesas crescem a cada dia com a inflação e juros nas alturas.

Os prefeitos das capitais entregaram um relatório dramático ao Tesouro Nacional. Do total de 14 das 26 prefeituras, os investimentos de 2015 foram menores que em 2014. Em Natal, a queda foi de 89,8%; Curitiba, 63,7%; e Vitória, 46,4%. Pior de tudo são as eleições de outubro, que obrigam maiores investimentos e os prefeitos que vão para a reeleição não poderão fazê-los.

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