Em caso de degola, Eduardo Cunha quer Waldir

Com a possibilidade iminente de ser afastado do comando da Câmara em fevereiro pelo Supremo Tribunal Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) mudou de tática. Diante do risco de o barco afundar, ele tenta salvar o colete. Portanto, trabalha com a tese de que não será necessário convocar imediatamente uma nova eleição para definir seu sucessor no […]

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Com a possibilidade iminente de ser afastado do comando da Câmara em fevereiro pelo Supremo Tribunal Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) mudou de tática. Diante do risco de o barco afundar, ele tenta salvar o colete. Portanto, trabalha com a tese de que não será necessário convocar imediatamente uma nova eleição para definir seu sucessor no posto. Chama Waldir.

A assessoria de Cunha produziu um parecer em que dá a interpretação diferente da geral. Caso o plenário do STF decida pela sua degola do cargo, não haveria vacância. Ele se tornaria “afastado” e poderia ainda recorrer da decisão. Nesse caso, assumiria o posto, até o final de 2016, o vice-presidente Waldir Maranhão (PP-MA).

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