CORONAVÍRUS

No Maranhão

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Aedes chega à política

O mundo científico está debruçado sobre inúmeros estudos relacionados ao combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Cientistas americanos pediram à Organização Mundial de Saúde (OMS) que tome medidas urgentes contra o zika que, segundo eles, tem um “potencial pandêmico explosivo”. Os pesquisadores constatam que a OMS “ainda não assumiu um papel de liderança na […]

O mundo científico está debruçado sobre inúmeros estudos relacionados ao combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Cientistas americanos pediram à Organização Mundial de Saúde (OMS) que tome medidas urgentes contra o zika que, segundo eles, tem um “potencial pandêmico explosivo”. Os pesquisadores constatam que a OMS “ainda não assumiu um papel de liderança na pandemia de zika”, apesar de “as dimensões globais da zika estarem a exigir urgência renovada com a aproximação dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro”, de 5 a 21 de agosto.

No Maranhão
No Brasil, o assunto zika e seus desdobramentos chega a superar todo o noticiário nacional. No governo federal, as ações de combate ao Aedes estão ocupando até as Forças Armadas pelo país afora. No Maranhão, o governador Flávio Dino lançou no sábado passado a campanha de mobilização estadual contra o mosquito, em cujo ato ele conseguiu reunir aliados, religiosos e a população. Foi um ato auspicioso, pois contou com a presença do presidente da Alema, Humberto Coutinho, vários deputados estaduais, do prefeito Edivaldo Júnior, do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, e representantes das Forças Armadas.

Na Assembleia
Na primeira sessão da Assembleia Legislativa do Maranhão depois do carnaval, o deputado Adriano Sarney propôs um projeto, que pode gerar polêmica, mas parece necessário. Define multa de R$ 100 por metro quadrado de áreas urbanas infestadas de mosquitos Aedes aegypti, transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e zica. O proprietário será responsabilizado e punido. O deputado esclarece, contudo, que a aplicação da multa só ocorrerá em último caso.

Riscos potenciais
Primeiramente, deve ser feita a inspeção pelas autoridades sanitárias (agentes de saúde e endemias) no imóvel. Nesse processo, o agente avalia riscos potenciais de infestação do mosquito, aplica larvicida onde fi car constatada a presença da larva do mosquito e recomenda algumas medidas ao proprietário, como limpeza do local e recolhimento de lixo e objetos que possam servir de criadouro para o mosquito.

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