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Com 120 milhões de usuários no Brasil, o aplicativo de mensagens WhatsApp está preocupado com o impacto da disseminação de notícias falsas pelo aplicativo durante a campanha eleitoral no país.

Como forma de combater o compartilhamento de notícias falsas, a empresa irá atuar com reforço da proximidade com autoridades, uso de inteligência artificial a fim de coibir abusos e formação de parcerias com serviços de checagem de notícias. O gerente de políticas públicas do WhatsApp, Ben Supple, em entrevista ao Estado, disse que deseja garantir a integridade das eleições e a segurança dos usuários.

A Supple, assim como o WhatsApp tem feito parceria com agências de checagem de notícias, bem como se reunindo com tribunais eleitorais para explicar quais dados servirão para embasar inquéritos, por exemplo. A empresa também pretende realizar campanhas em jornais e na web, a fim de conscientizar os usuários. As iniciativas de combate a notícias falsas não serão apenas para o período eleitoral. O executivo disse que a empresa está preocupada em lutar contra “violência e discurso de ódio.”

Na Índia, correntes veiculadas pelo aplicativo de mensagens tem provocado uma onda de linchamentos. Como forma de combater a onda de violência, a empresa limitou o número de vezes que uma mesma mensagem pode ser encaminhada.