Foto: Karlos Geromy

Sancionada por Michel Temer no último dia 11 de junho, a lei que cria o novo modelo de segurança no país, vai integrar governo federal, distrital, estadual e municipal para combater a violência no país, e começa a vigorar em julho.

O “SUS” da segurança pública é a nova aposta do governo federal para frear o avanço do crime organizado no Brasil O Sistema Único de Segurança Pública (Susp) terá como órgão central o Ministério Extraordinário da Segurança Pública e será integrado pelas polícias Federal, Rodoviária Federal; civis, militares e corpos de bombeiros militares. 

Como vai funcionar

 No Brasil, a responsabilidade da segurança é dos estados, com participação residual da União e dos municípios. O Susp prevê ações coordenadas pela união em atuação conjunta com a gestão do estados, distrito e municípios.

Como já acontece na área de saúde, os órgãos de segurança do sistema vão realizar operações combinadas.  

Comando do governo federal

Jungmann, ministro da Segurança Pública acredita que a fragilidade de alguns estados em combater a violência, é um exemplo de que o governo federal deve coordenar ações na segurança. “Fica claro que tem que haver uma autoridade central para dar rumo. E ter recursos. E ter instrumentos para poder fazer isso” destacou o ministro.

Participação dos estados

A segurança pública continua atribuição de estados e municípios. A partir de agora, a União criará as diretrizes que serão compartilhadas em todo o país. As unidades da Federação assinarão contratos de gestão com a União, que obrigará o cumprimento das metas como a redução dos índices de homicídio e a melhoria na formação de policiais.