A estudante Giovana Chaves, 21 anos, atravessava a faixa de pedestre, em frente ao Hospital Carlos Macieira, quando viu o carro que havia parado para sua travessia ser atingido no fundo por outro veículo que vinha em alta velocidade.

A autônoma Cristina Alves, 33 anos, conseguiu reduzir a velocidade e parar seu carro, na avenida Daniel de La Touche, ao perceber que um casal atravessava a faixa de pedestre, mas o veículo que estava atrás cantou pneus e levantou poeira para conseguir parar sem atingir ninguém.

Casos como esses são mais comuns do que se imagina em São Luís. As marcas de acidentes próximas às faixas já estão fazendo parte do asfalto, diante da quantidade de casos registrados. Mesmo com as campanhas realizadas pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) e pelo Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA), ainda não se atingiu o nível necessário de educação no trânsito exigido tanto para motoristas, quanto pelos pedestres.

A situação é tão grave, que estima-se que mais 6 mil pessoas morrem atropeladas por ano no país. E não adianta mais dizer que não parou na faixa porque o carro de trás vinha em alta velocidade. A SMTT ressalta que o artigo 214 do Código de Trânsito Brasileiro preconiza que, deixar de dar preferência de passagem a pedestre que se encontre na faixa a ele destinada, é infração gravíssima, com perda de 7 pontos na CNH e multa de R$ 293,47. Além de colocar a vida dos outros em perigo, o bolso ainda pode ser afetado.

Para que todo mundo ande em segurança, separamos aqui algumas dicas importantes. É só passar a página!

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