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As mil famílias contempladas com imóveis do Programa Habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, localizados no Residencial Eco Tajaçoaba, no bairro Santa Bárbara, estão sendo convocados pela Prefeitura de São Luís para a assinatura dos contratos dos imóveis. Os ludovicenses devem comparecer à Central de Atendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida, localizada na Avenida Marechal Castelo Branco, nº 559, São Francisco, até esta sexta-feira, 03, das 8h às 17h.

A assinatura do contrato é a penúltima etapa do processo de aquisição das moradias. O prazo deve ser cumprido para que as famílias recebam as chaves das casas. “Estamos na reta final do processo de entrega das casas deste residencial. As pessoas devem comparecer para agilizar a entrega das chaves e poder usufruir de suas casas próprias”, informa o secretário Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh), Mádison Leonardo Andrade.

Os ludovicenses que não foram sorteados podem aderir ao Novo Cadastro Habitacional de São Luís até o dia 08 de agosto. O banco de dados dará acesso a novos sorteios do “Minha Casa, Minha Vida”. Saiba como se inscrever.

Residencial Eco Tajaçoaba

A estrutura do Eco Tajaçoaba conta com mil casas no modelo conjugadas com sala, cozinha, dois quartos, banheiro e lavanderia, construída em área de 44 metros quadrados. O residencial possui ainda uma praça, um Centro Comunitário para atividades diversas, uma Estação de Tratamento (ETA) e uma quadra poliesportiva. Os contemplados são pessoas em situação de vulnerabilidade social, constantes na lista ativa do Aluguel Social, além de cadastrados no programa habitacional.

“Um sonho realizado”

Um sonho realizado. É o que classifica a personal bronze, Nominata Acciardo, 44 anos, ao finalizar a assinatura do contrato. “Não tem emoção que descreva você saber que vai ter sua casa. Eu esperei muito por esse momento e não vejo a hora de receber minha chave e entrar na minha casa com a família”, ressaltou ela que possui três filhos. Ela já planeja montar o negócio na nova casa onde vai morar. “Queria muito, mas pagar aluguel não dá e nem ficar em casa de parente. Agora, vou trabalhar na minha casa”, disse.

O autônomo Darlan Dias Pinheiro, 42 anos, mora com a filha Emilly, de 11 anos. Ele relata as dificuldades de viver como agregado e espera pela sua moradia. “Esse é o momento mais feliz para mim, porque eu crio minha filha e ter um espaço para ela é o que sempre desejamos. Hoje, vivo na casa da minha mãe e há muito já batalhava para ter algo meu e da minha filha. Essa casa é o resultado de muita luta e me sinto recompensado”, contou.